3 de mai de 2015

Aceitar nosso infinito.

Sempre falo sobre as esperanças. Costumo dizer que o mundo nos reserva coisas boas. Que o universo conspira. Também já falei muito sobre como as nossa atitudes influenciam diretamente nessa conspiração universal. 

Hoje eu vou falar um pouquinho de tudo isso, mas frisando o tema: "o que está guardado para gente". 

É a questão sobre o nosso infinito, sabe? (E sim, eu estou fazendo referência a ACEDE).

É assim: todos temos algo destinado para nós. Isso tem a ver com religião, mas principalmente, com fé.

Frisando o conceito de fé: acreditar em algo.

Eu acredito em destino? Talvez. 

Bom, de certa forma, posso dizer que algumas coisas acontecem realmente sem explicação.

Mas uma coisa na qual realmente acredito é que o universo nos devolve tudo o que mandamos pra ele. Aquele negócio das boas energias? 

Pois é.

Isso não significa que se você tem problemas você só manda coisas ruins, não. Acho também que algumas coisas que o vento traz pra gente não são realmente da gente. 

E outra, nem tudo são flores, e sabemos bem disso. 

Seja qual for a divindade, ou o que você acredita, acredito também que não recebemos uma cruz maior do que podemos carregar. 

Agora parando de falar em coisas abstratas, (ou nem tanto assim), vamos falar um pouquinho sobre a conformidade. 

As pessoas que só aceitam o que vem. O que o destino traz, o que a maré deixa aos nossos pés, as folhas que o vento sopra no nosso rosto. 

Nada disso gente! Uma amiga me disse que não devemos nos conformar com o nosso infinito. Não devemos aceitar nada! Não somos obrigados a isso gente.

Nada disso de aceitar tudo.

Devemos procurar fazer sempre o nosso melhor, a às vezes o melhor do melhor, porque nem sempre o melhor é o suficiente.

Devemos lutar pelo que acreditamos e amamos, e mais ainda, lutar por quem somos. 

Sim, algumas coisas precisam de tempo. Algumas coisas apenas dão certo se sentarmos e esperarmos um pouquinho.

Algumas precisam da nossa distração. 

Mas a maioria depende do que fazemos por nós. 

E aí vem a história de viver ou meramente existir.

Você se rende ou fica firme?

Abre mão ou segura forte?

Luta ou se deixa afundar?

A vida é feita de escolhas meu amigo, e isso é uma das coisas que ninguém pode fazer por nós.

Senão não rende. Não dá certo, não avança. 

É o botão do jogo da vida que só nós podemos apertar para não perder a fase.

A estratégia é não aquiescer e aceitar.

O objetivo, mais do que vencer é ser. 

Entende?

Então....

                                                                                                 
                                                                                                                                ... escolha. 

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