9 de abr de 2015

Interrogações e sinais trocados

Esse deve ser o quarto ou quinto texto que escrevo só essa semana para tentar te entender. Mesmo quebrando minhas próprias promessas e burlando minhas leis pré-definidas, em alguns momentos eu penso que talvez valha a pena toda essa loucura.
Não aguento mais essa bagunça que você me causa, mesmo sendo bagunceira do jeito que sou.
Você podia ser mais claro, não é?
Depois dizem que as meninas que são complicadas.
Tá, tudo bem, talvez eu esteja sendo um pouquinho injusta, já que se julgando de meninas como eu, isso realmente se aplica, já que eu sou tipo aquele problema de Física que ninguém conseguiu responder na prova.
Já falei do meu drama, né? Pois então.
Mas voltando ao assunto desse texto, já que eu viajo demais, eu tento sentir para te entender, e tento colocar tudo para fora para ver se faz algum sentido fora da minha própria mente amalucada, mas aparentemente não faz sentido em lugar algum!
Você está em todos os lugares que estou, simplesmente!
É tipo Voldemort, sabe?
Me sinto na música do Luan Santana “aonde quer que eu vá, você está em tudo”.
(As piadinhas ruins de sempre, pois é.)
Acho que eu já estou ficando louca, e aí como recompensa, tô te enlouquecendo um pouquinho também.
Você só me confunde.
Mistura sinais de ‘sai fora’ com sinais de ‘chega mais’, com direito a piscadela e desviada de olhar.
Qual seu problema, ehm?
Na verdade, acho que a pergunta correta é:
Qual o meu problema?

Pois é.
Eu não mais se devo tentar me entender, ou entender tuas confusões e sinais trocados.
Sabe, acho que você está tão em dúvida e pirando quando eu estou.
Sabe aquela música “de todos os loucos do mundo?”
Acho que “sua loucura parece um pouco com a minha”.
Tudo que é compartilhado acaba sendo melhor.
Isso vale para as loucuras e dúvidas, bonitinho.
(Só uma sugestão.)

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