14 de jun de 2014

Algumas palavrinhas em relação a nós e ao tempo.

Amor, eu juro que o dia ainda vai chegar. Tô ouvindo aquela música, sabe, aquela que me lembra você e que me faz bem e me lembrando das primeiras vezes que nos falamos. Eu estou lembrando da euforia das nossas primeiras conversas, das declarações de aniversário, de como eu me senti quando te vi, pela câmera que facilita (ou não) a comunicação. Na verdade eu acho que é como uma droga sabe? Na hora, te proporciona aquela sensação de prazer, de satisfação, e aí você fica dependente. Eu provavelmente sou dependente de você. Acho que nem tenho dúvidas disso. Talvez isso seja ruim, mas mesmo quando a gente não tá em contato, ou sei lá, mesmo com todos esses quilômetros de distância. Isso dói um pouco quando eu penso nisso e peso as coisas na balança. Mas aí vem você com esse sorriso que ilumina o mundo e eu não consigo ficar triste, só sinto por não tê-lo perto de mim. O seu sorriso, e você.

Mas eu te prometo, promessa de dedinho, que vale mais que promessa de sangue, que a gente ainda vai se ver. Sei que na maioria das vezes as pessoas não tem noção das promessas quando as fazem, mas eu faço questão de cumprir essa. Eu preciso disso. E a gente vai conseguir. Eu te sinto próxima. Perto de mim. É sério. Você está mais presente comigo do que algumas outras pessoas. Não desmereço minhas amigas presentes, meus amores presentes mas é que você está aqui, dentro de mim.

Voltando a sessão nostalgia, você lembra da primeira vez que nos falamos? Da loucura que foi? E de que como no outro dia eu disse que estava ali e você disse "que bom que você voltou pra mim"? Naquela semana toda a população da minha cidade pequena não aguentavam mais me ouvir falar de você. A melhor que não me aconteceu sem dúvidas foi esse show que eu queria muito ir e acabei não indo. É. Pois é, como a vida é uma coisa esquisita, né? Quase engraçada.

E aí eu te falo que se passou um mês e ao mesmo tempo em que o tempo passou rápido, extremamente rápido, um mês parece anos. O tempo também é uma coisa esquisita.

E aí eu tenho que sair, porque de novo, o tempo está enchendo o meu saco. "Somos escravos do relógio" talvez seja a frase mais verdadeiramente comprovada que eu conheço.

Então eu tô indo aqui, mas ainda estou aí com você.

Nunca se esqueça disso.

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